Será que o Lula acha que campanha publicitária com o “Brasil dando a volta por cima” vai mesmo mudar a opinião do povo sobre o andar da carruagem do seu governo? Haja Pé-de-Meia, hein, companheiro! A Quaest mostrou uma desaprovação recorde, pela primeira vez acima de 50%. E vindo de tudo quanto é tipo de eleitorado, incluindo mulheres, nordestinos, pobres. Como diria o Galvão Bueno, vai se criando um clima terrrrrível.
O governo insiste em dizer que isso tudo é reflexo ainda da péssima comunicação nos dois primeiros anos de governo (que Lula demorou a perceber, hein?) e que o Sidônio logo vai resolver essa questão. Ahã. O Sidônio até luta, mas ele já está lá há quase três meses e nada aconteceu.
Hoje a assessoria de imprensa do Planalto soltou a listinha com umas 15 coisas que o governo fez. Tem lá Farmácia Popular, desmatamento caindo, cultura voltando, recorde de turistas estrangeiros, país que vacina, trilhão no PAC, minha casa minha vida, pleno emprego e isso e aquilo e aquele outro. Mas não adianta. Alimentos caros e roubo de celular a rodo. Isso explica muito da desaprovação.
É isso ou então o pessoal cansou mesmo.
A própria Quaest hoje sinalizou que talvez o eleitorado simplesmente cansou. O Felipe Nunes, que cuida da pesquisa, diz que o eleitorado acha que Lula não está cumprindo as promessas de campanha e que, cada vez menos gente vê Lula como bem intencionado. Aí, meu querido, se o pessoal cansou vai ter que aprovar logo essa isenção geral do Imposto de Renda para ver se a coisa melhora.
Por falar nisso, quem vai relatar o projeto para a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$5 mil é ele, Lira, nosso Arthurzito, que até outro dia mandava na Câmara frigorífica. Vai vendo, BRASEW. Lira foi quem disse para o governo no ano passado para não apresentar o projeto, que não passaria porque o mercadinho ficou estressado com essa história de mais gastos. Agora, ele que vai relatar o projeto. A treta está no imposto para os ricos (um jeito de compensar a perda de arrecadação com a isenção). Lira vai aprovar um projeto que soca imposto nos ricos. Ahã, claro, claro.
E depois de viajar com Alcolumbre, a estrela de Davi do Senado, Hugo Motta dos conchaves da Câmara frigorífica, o próprio Lira e o Pacheco, o Rodrigo que ainda é a pessoa mais alta do Senado, Lula segue fazendo o social. Lula foi lá na casa do Alcolumbre para encontrar líderes do Congresso. Um gesto, dizem.
Prisão de Bolsonaro
Xandão concordou com a procuradoria geral da República e disse que não vai mandar prender o Bolsonaro. Sim, darling, tinha isso sendo analisado. Era um pedido de uma vereadora do PT do Recife que disse que tinha que prender Bolsonaro para manter ordem pública, depois que ele fez aquele ato a favor da sua anistia. Enfim, Xandão e o procurador geral acham que não faz o menor sentido prender.

Já o Léo Índio
Xandão mandou prender aquele primo dos Bolsonaros, o Léo Índio. Ele é réu na história do golpe do 8 de janeiro e foi para a Argentina. Ninguém sabia disso, até que ele resolveu fazer um vídeo dizendo que estava lá. Congrats.
E mais Xandão
A Polícia Federal resolveu indiciar o Tagliaferro, aquele que era assessor do Tribunal Superior Eleitoral, por suspeita de violação do sigilo funcional por ter, segundo a polícia, vazado como eram os procedimentos adotados no gabinete do Xandão, que era presidente do TSE à época. Ele está sendo acusado de ter repassado informações sigilosas para a Folha, darling. A polícia concluiu que o objetivo era desgastar o Xandão. Hummm.

Trumpices
E hoje foi o Dia da Libertação dos Estados Unidos da América. Sim, foi assim que Trump chamou o dia do anúncio do tarifaço mundial (será que o Haddad sente uma invejinha?). Enfim, sobrou tarifa para todo mundo e o Brasil ficou com uma tarifa geral de 10% (entre as menores da listinha do Trump). O que até é pouco comparado com o esperado. Mas o Congresso já deu aprovação para Lula reagir mesmo assim.
O deputado Gaier dizendo que foi “só” 10% graças a atuação de Dudu Bolsonaro, o filho 03 que fugiu para os Estados Unidos. Ahã. Claro, claro. E o líder do governo na Câmara disse que foi “só” 10% como resultado de uma “política soberana e ativa que o nosso governo faz perante aquelas nações que mais relações e negócios comerciais têm com o Brasil”. Ahã, claro, claro.
Ninguém tem a mínima ideia do motivo de o Brasil ter ficado nos 10%, darling. É possível que nem o Trump saiba. Trump só citou o Brasil e nem exerceu nenhum comentário.
Nos próximos dias vamos saber que Libertação será essa. As casas de apostas já dão conta que será a glória da China.
E o Palocci, hein? Vamos falar dele amanhã? Volta aqui, darling. Beijo e me liga, BRASEW.
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